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EUA afirmam que porta-aviões Abraham Lincoln não foi atingido por mísseis do Irã, Centcom divulga imagens das operações e diz que navio segue lançando aeronaves
O porta-aviões foi enviado à costa do Oriente Médio como reforço após ataques que começaram no sábado, a fim de apoiar operações na região.
O Comando Central dos Estados Unidos publicou imagens de caças decolando do navio, e negou qualquer impacto dos mísseis reivindicados pelo Irã.
Conforme informação divulgada pelo g1.
O que o Centcom declarou
O Centcom publicou redes sociais com imagens de decolagens e afirmou que os mísseis, segundo relatos iranianos, “não chegaram nem perto” do navio.
Em nota, o comando também disse, “O Lincoln continua lançando aeronaves em apoio à campanha incansável do Centcom para defender o povo americano, eliminando ameaças do regime iraniano“, reiterando a continuidade das operações.
O Centcom informou ainda que três militares do país morreram e cinco tiveram ferimentos graves durante os ataques ao Irã, e que vários outros sofreram ferimentos sem gravidade.
Reivindicação do Irã
O Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica, IRGC, afirmou que “quatro mísseis balísticos foram lançados contra a embarcação” neste domingo e que teriam atingido o porta-aviões.
As declarações do IRGC contrastam com as imagens e a avaliação do Centcom, que negou qualquer impacto e manteve a descrição de que o navio segue em operação.
Contexto dos ataques e consequências
Estados Unidos e Israel bombardearam diversos alvos em território iraniano nos últimos dias, segundo as informações recebidas, o que resultou em centenas de mortes, incluindo autoridades do país.
Entre as informações divulgadas está a morte do líder supremo aiatolá Ali Khamenei, e o anúncio, pelo Tehran Times, da formação de um órgão colegiado para substituí-lo, composto pelos chefes do Executivo, do Judiciário e do Parlamento.
O cenário segue volátil, com relatos conflitantes entre as versões do IRGC e do Centcom, e com vítimas confirmadas pelas autoridades americanas, enquanto operações aéreas e bombardeios continuam na região.