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Latam alerta para alterações em decolagens e pousos por adesão de sindicatos à paralisação nacional, entenda regras de remarcação, reembolso e duração prevista da greve
A Greve na Argentina desta quarta-feira provocou mudanças nas operações da Latam, afetando tanto partidas quanto chegadas nos aeroportos argentinos.
A companhia informou que alguns voos podem operar com alteração de horário e ou data, sem que isso signifique cancelamento automático.
Passageiros devem confirmar o status do voo antes de se dirigir ao aeroporto, conforme informação divulgada pelo Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil, com informações da Reuters.
O que mudou nas operações da Latam
A Latam explicou que “a medida foi tomada depois da notificação formal de adesão dos sindicatos que representam os trabalhadores da Intercargo (empresa responsável pelos serviços de rampa em todos os aeroportos da Argentina)”.
A empresa também avisou que “alguns voos poderiam operar com alteração de horário e/ou data, sem necessariamente serem cancelados”. Em razão disso, a recomendação é que os passageiros verifiquem o status do voo antes de sair de casa.
Direitos e opções para passageiros
A companhia detalhou as alternativas para quem for afetado, afirmando que os passageiros “podem optar por alteração sem custo para uma nova data dentro de um ano a partir da data original do voo ou reembolso integral da reserva”.
Recomenda-se ainda acompanhar comunicações oficiais da Latam, consultar o site ou aplicativo da aérea, e procurar canais de atendimento caso haja necessidade de remarcação ou reembolso.
Motivos e duração da paralisação
A paralisação foi convocada pela Confederação Geral do Trabalho, CGT, e, segundo as informações, “A greve nacional, convocada pela Confederação Geral do Trabalho (CGT), começou nesta quarta-feira (19) e vai se estender até a meia-noite de quinta-feira (20), como forma de protesto contra a reforma trabalhista aprovada pelo Senado argentino na semana passada.”
O movimento protesta contra mudanças na legislação trabalhista que incluem flexibilização de férias e jornadas de trabalho, e a Câmara dos Deputados passa a analisar o projeto durante o período indicado.
Impacto nos portos e na exportação agrícola
As atividades de exportação já vinham sendo afetadas, porque “As atividades de exportação de grãos e derivados da Argentina já estavam paralisadas desde quarta-feira, devido a uma greve realizada por sindicatos marítimos contra a reforma prevista para durar 48 horas.”
Houve influência direta em áreas portuárias como Rosário, e o sindicato local, SOEA, aderiu à mobilização, em um contexto em que “A Argentina é a maior exportadora mundial de óleo e farelo de soja.”
Sobre a motivação, a Federação dos Trabalhadores Marítimos e Fluviais, Fesimaf, afirmou que “O objetivo é defender nossos direitos trabalhistas e a estabilidade de nossos empregos”.
Para passageiros com voos afetados pela Greve na Argentina, a orientação prática é checar o status, considerar a opção de remarcação sem custo ou solicitar reembolso, e acompanhar atualizações da Latam enquanto a paralisação estiver em vigor.