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Levantamento do IPC-Fipe indica que a Cesta de Natal ficará 4,5% mais cara, abaixo da inflação de 2024, com chester e filé mignon em alta, pêssego e sorvete em queda
A Cesta de Natal deverá ter alta de 4,5%, movimento que fica abaixo da inflação de 2024. O resultado indica pressão moderada nos itens típicos das festas, com variações distintas entre proteínas, frutas e sobremesas.
Entre os destaques, a ave tipo chester subiu +13,85%, enquanto o filé mignon avançou +9,70%. Do outro lado, o pêssego de feira recuou -6,85%, e o quilo de sorvete caiu -6,99%, aliviando parte do orçamento.
A leitura sugere que o consumidor pode equilibrar a ceia, priorizando substituições e compras antecipadas. Planejar o carrinho ajuda a preservar o bolso nas comemorações, segundo o IPC-Fipe.
Preços em destaque nas festas
A combinação de alta em carnes e queda em frutas e sobremesas muda a composição da Cesta de Natal. O avanço de chester e de filé mignon pressiona o tíquete, enquanto pêssego e sorvete criam alternativas mais baratas para a mesa.
Para quem busca equilíbrio, trocar cortes premium por opções mais acessíveis e aproveitar promoções pode compensar parte do aumento de 4,5% na Cesta de Natal, mantendo a variedade e a qualidade na ceia.
Planejamento para economizar
Guilherme Moreira, do IPC-Fipe, resumiu o recado. “A mensagem principal que este estudo passa, ano após ano, é que os números reforçam a importância do planejamento antecipado para economizar nas festas de fim de ano”.
Com a Cesta de Natal subindo menos que a inflação, há espaço para decisões informadas. Mapear ofertas, montar lista e ajustar porções ajuda a celebrar gastando menos, sem abrir mão de pratos tradicionais e de um fim de ano equilibrado.