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Morte de Khamenei intensifica tensão regional, aciona sirenes em Teerã e divide aliados ocidentais, enquanto a ONU se prepara para debates decisivos
A guerra no Oriente Médio atingiu um novo patamar nas últimas horas, com um ataque que, segundo fontes, atingiu a cúpula do poder iraniano.
Fontes do Pentágono confirmaram que uma operação cirúrgica das forças norte-americanas, em coordenação com Israel, resultou na morte do Líder Supremo do Irã, Aiatolá Ali Khamenei.
Autoridades iranianas já prometeram retaliação em grande escala, e mercados e capitais diplomáticos reagiram com choque e apreensão.
conforme informação divulgada por fontes do Pentágono e por assessores do governo iraniano.
O ataque e a confirmação da morte
Segundo as informações preliminares, a operação mirou uma instalação militar subterrânea nos arredores de Teerã, apontada por inteligência de alto escalão como local da presença do líder, de 86 anos.
Fontes do Pentágono confirmaram a ação, enquanto assessores do governo iraniano disseram que, após o ataque, haverá uma vingança, em suas palavras, “tão vasta quanto a história da Pérsia”, expressão que sinaliza uma resposta ampla e simbólica.
Relatos também mencionam que sirenes antiaéreas soaram em Teerã e que a incerteza levou a quedas nos mercados e a um intenso movimento diplomático internacional.
Reações europeias e o isolamento de Washington
Enquanto a Casa Branca preparava justificativas para a escalada, capitais europeias reagiram com celeridade e cautela, expondo um fosso entre aliados ocidentais, conforme notas oficiais e pronunciamentos divulgados na sequência dos fatos.
O presidente da França, Emmanuel Macron, foi às redes e ao público para advertir sobre as consequências, afirmando, “É imperativo que o direito internacional seja respeitado, mesmo no calor da resposta a ataques precedentes”, e defendendo a convocação do Conselho de Segurança da ONU.
Em tom crítico à ação sem aval multilateral, Macron disse ainda, “Paris está pronta para mobilizar todos os recursos para proteger nossos parceiros, mas isso só será possível com a retomada imediata do diálogo diplomático”, conforme divulgação oficial de seu gabinete.
A Comissão Europeia, em nota assinada por sua alta representante, pediu desescalada, e a Espanha também fez apelos por um cessar-fogo imediato que permita retomar negociações.
O Conselho de Segurança, vetos e o tabuleiro diplomático
Com a convocação de uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU, cresce a atenção sobre quem terá poder de influenciar resoluções e bloqueios formais.
Em 2026, o órgão reúne os cinco membros permanentes com direito a veto, China, França, Rússia, Reino Unido e Estados Unidos, e dez membros não permanentes com mandato variado.
Conforme a composição vigente, os não permanentes incluem Dinamarca, Grécia, Paquistão, Panamá e Somália, enquanto os novos membros para 2026-2027 são Bahrein, Colômbia, República Democrática do Congo, Letônia e Libéria.
No tabuleiro diplomático, espera-se que os Estados Unidos busquem apoio ou, no mínimo, separem votos para vetar condenações formais, que a Rússia use seu poder de veto em defesa do Irã e que a China busque estabilidade, tendendo a apoiar Moscou em reprovações à ação unilateral americana.
Paquistão e Bahrein aparecem como atores de bastidor, e a Somália, que preside o Conselho em março, terá papel de mediar debates em meio a forte polarização.
O caminho à frente
Enquanto a poeira não baixa sobre Teerã, a comunidade internacional prendeu a respiração, dividida entre apelos por contenção e receios de uma escalada mais ampla.
Diplomacia europeia tenta agora construir uma ponte sobre o abismo, buscando retomar canais multilaterais antes que a ação militar se transforme em conflito generalizado.
As próximas horas serão decisivas para saber se a morte do Líder Supremo desembocará em guerra regional ou em novo impulso para negociações forçadas.