| Não fique refém dos algoritmos, nos siga no Telegram e fique atualizado com as últimas notícias. |
Cônsul-geral dos EUA visita Ufal, e a agenda focou em ampliar programas de intercâmbio, ensino de inglês, relações internacionais e cooperação científica e acadêmica
A visita da Cônsul-geral dos EUA surpreendeu pela intensidade do diálogo com docentes, gestores e coordenadores da universidade.
O encontro buscou identificar áreas de parceria que possam fortalecer o ensino, a pesquisa e a extensão na instituição, com ênfase em intercâmbio e programas de inglês.
Conforme informação divulgada pela Universidade Federal de Alagoas.
Visita institucional e participantes
A recepção ocorreu no Núcleo de Excelência em Tecnologias Sociais, Nees/Ufal, e reuniu a reitora em exercício, Eliane Cavalcanti, a Cônsul-geral May Baptista em sua primeira visita a Alagoas, o Cônsul de Diplomacia Pública, Eric Concha, e representantes da Reitoria e da Assessoria de Comunicação da Ufal.
Também participaram o chefe de Gabinete da Reitoria, João Paulo Fonseca, a chefe de Gabinete da Vice-reitoria, Lana Palmeira, a coordenadora da Assessoria de Comunicação, Simoneide Araújo, e o coordenador de Intercâmbio Internacional, Niraldo Farias.
Propostas e interesses em comum
Durante a visita, foram apresentadas iniciativas da universidade, incluindo as ações do Instituto Anjos Digitais e os projetos da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação.
A Cônsul-geral May Baptista destacou sua admiração pelo trabalho local e apontou prioridades para colaboração, dizendo, “É muito impressionante ver tudo de Alagoas e da Ufal. Gostaria de falar um pouco mais sobre como podemos aprofundar nossa colaboração em termos de programas de intercâmbio, de programas de inglês, de relações internacionais e também sobre ciência”.
O tom da conversa indicou foco em programas de intercâmbio, capacitação em inglês, intercâmbio acadêmico e ações conjuntas em pesquisa científica.
Impacto e próximos passos
Para o coordenador da ASI, Niraldo Farias, a aproximação com representantes dos Estados Unidos é estratégica, porque os EUA são referência na produção científica.
Nas palavras dele, “A visita da Cônsul é muito providencial neste momento, pois nos permite avançar no sentido de ampliar a cooperação científico-acadêmica”.
A vice-reitora Eliane Cavalcanti registrou o encontro como um momento de sinergia entre estudantes, pesquisadores e a comunidade universitária, afirmando, “Hoje é um daqueles dias em que podemos, de fato, mostrar a ciência, produzir ciência e ressaltar a uma instituição internacional que nossa universidade é forte, está presente em todo o território e busca sempre ações estratégicas para a nossa gente”.
Ficou explícito o interesse em transformar o diálogo em projetos concretos, com ênfase em intercâmbio, formação em inglês e cooperação em ciência, pesquisa e extensão entre a Ufal e instituições americanas.