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Evento em Maceió deu início a protocolo entre Governo de Alagoas e Universidade de Lisboa, discutindo efeitos econômicos e sociais da implementação de um novo imposto no Brasil
O encontro em Maceió reuniu professores, gestores públicos e estudantes para avaliar cenários e consequências da adoção de um novo imposto no Brasil, com foco em impactos regionais e na governança fiscal.
A discussão foi pensada como parte de uma cooperação acadêmica mais ampla, destinada a fortalecer a pesquisa e a qualificação institucional entre as instituições parceiras.
Conforme informação divulgada pelo Governo de Alagoas.
Parceria institucional e primeiros passos
O evento foi apresentado como o primeiro fruto do protocolo firmado entre o Governo de Alagoas e a Universidade de Lisboa, por intermédio da Serfi, com propostas para ampliar intercâmbios e pesquisas conjuntas.
O professor e secretário de Estado de Relações Internacionais, Júlio Cézar, citado na abertura, afirmou, “Este é só o primeiro de uma série de eventos que vão ocorrer, alargando esse protocolo de intenções. Estamos inclusive preparando uma missão acadêmica em Lisboa, para 2026”. A fala reforça o caráter continuado da parceria e a intenção de troca entre pesquisadores.
Debate sobre justiça fiscal e papel das universidades
Na abertura, representantes destacaram o papel da cooperação internacional para o desenvolvimento regional, e o professor José Niraldo ressaltou que a integração promovida pelo acordo fortalece a atuação das universidades.
Ao tratar do conteúdo das discussões, foi lembrado que a adoção de medidas tributárias tem dimensão social, com ênfase em equidade e transparência, sintetizada na afirmação, “Justiça social só se faz com justiça fiscal”, citada durante o evento.
A professora Margareth Tavares reafirmou o compromisso das instituições públicas, “A Uncisal não anda só. Andamos em conjunto, numa pactuação democrática”.
Contribuição estudantil e próximos passos
O professor João Ricardo Catarino agradeceu a organização e o público, e destacou a importância da troca entre pares e do envolvimento dos estudantes, ao dizer, “A maior parte aqui somos colegas, e sabemos que todos temos a aprender uns com os outros”.
Ele também ressaltou o papel dos estudantes, “Estudantes têm muito a oferecer, e estamos abertos”, indicando que as próximas atividades devem incluir participação ampla de jovens pesquisadores.
As instituições envolvidas, incluindo a Serfi e universidades parceiras, planejam dar seguimento às ações previstas no protocolo, com eventos subsequentes e a missão acadêmica prevista para 2026, mantendo o debate sobre o novo imposto no Brasil na agenda pública e acadêmica.