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Edição Rompendo o silêncio na TV Brasil destaca o papel do Ligue 180, da Casa da Mulher Brasileira e do CNJ no combate à violência doméstica em todo o país
Relatos de mulheres que quebraram o ciclo de violência doméstica guiam o Caminhos da Reportagem, que expõe barreiras, aponta canais de denúncia e mostra como a informação pode salvar vidas e acelerar a proteção.
O programa apresenta a rede articulada de acolhimento, com Ligue 180, Casa da Mulher Brasileira, Deam, Defensorias, Centros de Referência e Núcleos Integrados de Atendimento às Mulheres, explicando como acessar serviços gratuitos e com sigilo.
A edição ainda antecipa a expansão de políticas públicas, traz uma trajetória de autonomia no DF e reforça educação sobre a Lei Maria da Penha. A exibição ocorre em rede nacional, conforme informação divulgada pela TV Brasil.
Rede de proteção e o Ligue 180
O Ligue 180 funciona como porta de entrada para identificar sinais de violência doméstica, orientar sobre direitos e acionar a rede. A central encaminha para acolhimento jurídico, psicossocial e policial, com atendimento gratuito e sigiloso.
“Qualquer mulher, independentemente da sua idade e da sua condição, pode ligar”, explica a equipe. A orientação avalia requisitos mínimos, informa direitos e indica os caminhos para romper o ciclo e denunciar de forma segura.
Casa da Mulher Brasileira em expansão
Criada em 2015, a Casa da Mulher Brasileira reúne serviços em um só lugar, do registro da ocorrência ao apoio psicossocial e capacitação. O Brasil tem 11 unidades em funcionamento e a meta é chegar a 42 até o fim de 2026.
Para a ministra das Mulheres, Márcia Lopes, a informação impulsiona denúncias e proteção. “Nós queremos que as denúncias cresçam, mas, obviamente, queremos que nenhum ato de violência cresça no país”.
Vozes e trajetórias, do medo à autonomia
No DF, a empresária e cabeleireira Rutiely Santos, a Morena, buscou apoio quando se separou, com três filhos, sem renda e sem moradia. Em um curso, viu a chance de aprender, gerar renda e reconstruir a vida com dignidade.
Com a nova profissão, abriu um salão com a irmã e relata que hoje vive melhor. O exemplo mostra como qualificação e rede de apoio ajudam a romper a violência doméstica e a sustentar projetos de vida com segurança e autoestima.
Lei Maria da Penha, educação e como assistir
A conselheira do CNJ, Renata Gil, reforça a força da informação para prevenir violência doméstica. Para ela, “informação é tudo”. É preciso conectar o que se vive em casa às previsões da Lei Maria da Penha.
O episódio Rompendo o silêncio, a informação que salva mulheres, vai ao ar na segunda, dia 24, às 23 horas, na TV Brasil, e no TV Brasil Play, https://tvbrasilplay.com.br, com transmissão nacional e acesso gratuito.
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