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Viagem técnica no Rio expôs CEPE 2025 da ADESG-AL ao rigor físico, técnico e psicológico que faz dos Escafandristas peça chave da Marinha do Brasil em missões subaquáticas
Estagiários da ADESG-AL acompanharam uma apresentação prática sobre a rotina dos Mergulhadores Escafandristas no Rio de Janeiro, com ênfase no perfil exigido para operações subaquáticas de risco.
O grupo conheceu instalações, equipamentos e etapas do curso, que combina mergulho autônomo, dependente, corte e solda subaquática e mergulho saturado, entre outras disciplinas técnicas.
Segundo a apresentação conduzida pelo Capitão de Fragata Carvalho, a formação registra índices de reprovação entre 40% e 50%, resultado do rigor físico, técnico e emocional exigido dos candidatos, conforme informado pela ADESG-AL.
Formação, exigências e taxa de reprovação
O curso exige resistência aeróbica, habilidades técnicas em plataformas submersas e controle emocional para decisões sob pressão, fatores que explicam a elevada taxa de reprovação e a seleção rigorosa.
Instalações e equipamentos apresentados
Os estagiários viram tanques de treinamento, sistemas de respiração e unidades de apoio para mergulho técnico, além de equipamentos de corte e solda subaquática usados em manutenção e inspeções de estruturas navais.
Missões operacionais e casos recentes
Escafandristas atuam em resgates, inspeções de casco, apoio a submarinos e em operações como a Antártica e buscas em acidentes navais, demonstrando capacidade para operar sob baixa visibilidade e condições adversas.
Aprendizados para CEPE 2025 e visão estratégica
A visita reforçou temas de liderança, interoperabilidade e gestão de risco, mostrando como treinamento contínuo e preparo psicológico impactam prontidão operacional e resposta a crises complexas.
Matéria produzida pela redação jornalística especializada do portal, com base em fontes verificadas e dados oficiais.