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quinta-feira, junho 4, 2026

Malária Yanomami: Óbitos despencam 80% em 2025 com ações de saúde do governo; veja avanços

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Avanços significativos na saúde indígena: Governo celebra queda de 80% em óbitos por malária na Terra Yanomami em 2025

Um cenário de esperança se desenha na Terra Indígena Yanomami. Dados recentes divulgados pelo governo federal apontam para uma expressiva **redução de 80% nos óbitos por malária** em 2025, em comparação com períodos anteriores. Este resultado é fruto de um conjunto robusto de ações implementadas pela gestão atual, focadas em garantir o acesso à saúde e o bem-estar das comunidades indígenas.

Além da malária, outras frentes de atuação demonstram resultados positivos. O atendimento por infecções respiratórias agudas, por exemplo, apresentou um aumento de 254% entre 2023 e 2025. Consequentemente, a letalidade dessas doenças diminuiu em 76%, e o número de mortes caiu em 16,7%, consolidando o impacto positivo das medidas emergenciais.

A área de imunização também foi fortalecida, com um aumento de 40% no número de doses aplicadas em 2025, em relação a 2023. O percentual de crianças com o esquema vacinal completo mais que dobrou, refletindo o compromisso com a proteção das futuras gerações. Esses dados foram divulgados pelo Ministério da Saúde, reafirmando o compromisso com a proteção da vida e a promoção da saúde dos povos indígenas.

Fortalecimento da força de trabalho e infraestrutura em saúde

A ampliação do acesso à saúde no território Yanomami se traduziu em um aumento significativo no número de profissionais atuando diretamente nas aldeias e em unidades de saúde. Desde o início da emergência sanitária, a força de trabalho em saúde mais que triplicou, passando de 690 para mais de 2.130 trabalhadores. Essa expansão garante um atendimento mais próximo e qualificado.

No campo da infraestrutura, foram realizadas 261 intervenções em sistemas de abastecimento de água e instalados mais de 1.400 filtros, assegurando o acesso à água segura. Além disso, 61 sistemas de energia solar foram implantados e unidades de saúde receberam melhorias, consolidando uma base mais robusta para a atenção primária.

Reforma e ampliação de centro de referência impulsionam atendimentos

Um marco importante foi a reforma e ampliação do Centro de Referência em Saúde Indígena (CRSI) no polo base de Surucucu. Desde sua reestruturação, o local realizou 4.374 atendimentos ambulatoriais, incluindo 2.081 exames laboratoriais e 328 ultrassonografias. A unidade atende 48 comunidades e concentra a maior parte das remoções da região.

Segundo a Secretaria de Saúde Indígena do Ministério, Lucinha Tremembé, os resultados refletem a ampliação do acesso à saúde, a redução de óbitos e, principalmente, das mortes por causas evitáveis, como a desnutrição e a malária. Ela destacou o esforço contínuo em garantir uma atenção integral, qualificada e respeitosa às especificidades culturais dos povos indígenas.

Vacinação infantil em alta e redução da letalidade de doenças

A área de imunização apresentou um crescimento expressivo, com um aumento de 40% no número de doses aplicadas em 2025 em comparação a 2023. O percentual de crianças menores de um ano com esquema vacinal completo saltou de 27% em 2023 para 60,6% em 2025. Entre crianças menores de cinco anos, o avanço foi de 47,4% para 78,3%.

Essa melhora na cobertura vacinal contribui diretamente para a redução da letalidade de diversas doenças. A queda de 76% na letalidade de infecções respiratórias agudas e a diminuição de 16,7% nos óbitos gerais desde o início da emergência de saúde pública são evidências claras do sucesso das políticas implementadas.

Compromisso com a proteção da vida e a saúde integral

O governo federal reforça seu compromisso com a proteção da vida e a promoção da saúde dos povos indígenas. A expansão da força de trabalho, a melhoria da infraestrutura e o fortalecimento das ações de saúde, como a vacinação e o combate a doenças endêmicas, demonstram uma abordagem integrada e eficaz.

“Estamos avançando de forma consistente na melhoria da saúde no território Yanomami, com redução de óbitos e, principalmente, das mortes por causas evitáveis”, afirmou Lucinha Tremembé. A gestão atual busca garantir uma atenção integral e respeitosa, consolidando um futuro mais saudável para as comunidades indígenas.

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