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quinta-feira, junho 25, 2026

NUCLEP reforça agenda da soberania tecnológica no Congresso Nacional, defendendo investimentos estratégicos para autonomia industrial, defesa, energia e inovação

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Encontro em Brasília debate como a soberania tecnológica promovida pela NUCLEP pode ampliar a autonomia industrial do Brasil, fortalecer a Base Industrial de Defesa e estimular inovação

O debate sobre tecnologia nuclear voltou a ganhar destaque em Brasília durante um almoço-debate que reuniu parlamentares, autoridades, especialistas e representantes da indústria.

Na ocasião, a NUCLEP reforçou a importância de investimentos em setores estratégicos para ampliar a autonomia tecnológica do país e fortalecer sua capacidade de inovação.

O encontro, promovido pelas Frentes Parlamentares pelo Brasil Competitivo e de Tecnologia e Atividades Nucleares, reuniu lideranças e representantes do setor produtivo para debater políticas de longo prazo para a competitividade brasileira, conforme informação divulgada pelo Defesa em Foco.

NUCLEP e seu papel singular na indústria brasileira

A NUCLEP destacou sua condição como um dos principais ativos industriais nacionais, e que ocupa posição estratégica nos setores de defesa, energia e tecnologia avançada.

Segundo a organização presente ao evento, a empresa contribuiu com componentes de alta complexidade para projetos ligados à energia nuclear e à construção de capacidades industriais estratégicas.

Em especial, foi ressaltado que a NUCLEP é a única do país capacitada para fabricar equipamentos nucleares de grande porte, característica que a coloca entre os ativos estratégicos nacionais.

Soberania tecnológica como instrumento de desenvolvimento

Segundo Adeilson Telles, investir em tecnologia nuclear significa fortalecer a capacidade nacional de produzir conhecimento, desenvolver soluções próprias e ampliar a autonomia em setores considerados críticos.

Os participantes defenderam que a soberania tecnológica não se limita ao setor energético, e que seu impacto se estende à medicina, pesquisa científica, defesa, indústria naval e desenvolvimento de materiais avançados.

Manter e ampliar competências nacionais foi apontado como condição para reduzir dependências externas e sustentar políticas de crescimento econômico e segurança.

Debate no Congresso e articulação entre poder público e setor produtivo

O encontro foi promovido pelo deputado federal Júlio Lopes, presidente das frentes parlamentares envolvidas, e contou com a participação do presidente da NUCLEP, Adeilson Telles, e do diretor administrativo, Maurício Pessoa.

Também estiveram presentes o presidente nacional do PT, Edinho Silva, e Celso Cunha, presidente da ABDAN, entre representantes de entidades do setor nuclear e industrial.

Os participantes defenderam a realização continuada de fóruns que aproximem governo, parlamento e setor produtivo para fomentar investimentos, inovação e políticas públicas que preservem competências estratégicas.

Rumo a uma agenda de longo prazo

Ao participar do debate, a NUCLEP reforçou seu papel na construção de uma agenda voltada ao desenvolvimento tecnológico de longo prazo, e à consolidação da soberania tecnológica como meta nacional.

Os debatedores apontaram a necessidade de medidas concretas para garantir financiamento, formação de pessoal qualificado e manutenção das capacidades industriais, visando integrar o Brasil com maior protagonismo nas áreas estratégicas.

A articulação entre parlamentares, empresas e especialistas foi destacada como essencial para transformar as propostas discutidas em políticas públicas eficazes.

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