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quarta-feira, junho 3, 2026

Curso de Promotor de Polícia Comunitária: Polícia Militar de Alagoas inicia turma de 40 horas para prevenção, mediação e direitos humanos nas comunidades

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O Curso de Promotor de Polícia Comunitária amplia a formação da PMAL em prevenção, mediação e direitos humanos, com aulas práticas e diálogo direto com a comunidade

A Polícia Militar de Alagoas abriu, na manhã de segunda-feira, a solenidade inaugural do Curso de Promotor de Polícia Comunitária, em evento realizado no auditório do Tribunal de Contas do Estado de Alagoas.

A capacitação visa aprimorar técnicas de resolução pacífica de conflitos, redes de proteção social e atuação alinhada a direitos humanos, integrando teoria e prática ao cotidiano policial.

O CPPC/2025 terá carga horária de 40 horas/aula e segue até 12 de dezembro, com participação de autoridades da corporação, do Ministério Público e da Secretaria Nacional de Segurança Pública, conforme informação divulgada pelo Governo do Estado de Alagoas.

A cerimônia e os participantes

A mesa de honra reuniu oficiais da PMAL, entre eles o tenente-coronel Emery, chefe do Gabinete do Comandante-Geral, o tenente-coronel Francelino, subdiretor de Políticas Preventivas, e o tenente-coronel Perdigão, chefe do Centro de Gerenciamento de Crises, Direitos Humanos e Polícia Comunitária.

Também compuseram a mesa o major Umbelino, subdiretor da Diretoria de Ensino, Instrução e Pesquisa, a major Beatriz Argolo, chefe do Núcleo de Gerenciamento de Crises, o capitão Vitor, chefe do Núcleo de Polícia Comunitária e Direitos Humanos, e o capitão Alex, da Chefia de Articulação Política de Prevenção.

Conteúdo, duração e metas do curso

O Curso de Promotor de Polícia Comunitária, identificado como CPPC/2025, tem carga de 40 horas/aula e segue até 12 de dezembro. Durante o período, haverá aulas teóricas e práticas sobre mediação comunitária, redes de proteção social, direitos humanos e estratégias de prevenção à violência.

Os módulos foram pensados para reforçar a atuação de policiais na escuta, mediação e integração com serviços sociais, buscando fortalecer uma polícia técnica e humana, voltada ao diálogo e à prevenção.

Declarações e homenagens

Em seu discurso, o tenente-coronel Perdigão ressaltou a importância da formação, e afirmou, “Formar novos promotores de polícia comunitária significa ampliar nossa capacidade de ouvir, mediar e proteger. Cada turma representa um passo a mais na construção de uma segurança pública que respeita, acolhe e se aproxima da comunidade”.

O subdiretor de Políticas Preventivas, tenente-coronel Francelino, reafirmou o objetivo institucional, dizendo que o curso “é parte de um processo de modernização da PMAL, que investe na formação de policiais capazes de atuar com técnica, sensibilidade social e alinhamento às metodologias contemporâneas de prevenção e mediação de conflitos”.

No evento houve também reconhecimento a veteranos que consolidaram a filosofia comunitária no estado, com homenagem ao subtenente da reserva remunerada Eliziário, em destaque à sua dedicação histórica à Polícia Comunitária.

Contexto e impacto esperado

A aula inaugural, com palestra da tenente Ana Paula, servidora mobilizada na Coordenação-Geral de Políticas de Prevenção à Violência e à Criminalidade do Ministério da Justiça e Segurança Pública, tratou de “A Polícia Comunitária e a nova conjuntura da Segurança Pública”.

Com foco em prevenção, mediação e direitos humanos, o Curso de Promotor de Polícia Comunitária busca consolidar práticas de policiamento de proximidade, ampliar a capacidade de diálogo entre polícia e sociedade e integrar ações preventivas às redes de proteção social.

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