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quarta-feira, junho 3, 2026

Vendedora de 54 anos tem vida salva após AVC no Hospital Metropolitano de Alagoas, atendimento rápido na Unidade de AVC e recuperação rápida, alerta sobre sinais do AVC

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No Hospital Metropolitano de Alagoas, a atuação 24h da Unidade de AVC, protocolos ágeis e o Programa AVC Dá Sinais possibilitaram tratamento em tempo, reduzindo risco de sequelas

Era por volta de meio-dia quando Poliana Soares, 54 anos, sentiu um sintoma súbito enquanto trabalhava em uma loja de brinquedos em Palmeira dos Índios, ela descreveu a sensação como “Foi como um choque na cabeça” e logo teve fraqueza no lado esquerdo do corpo.

Ela foi atendida primeiro no hospital da cidade e, em seguida, encaminhada ao Hospital Metropolitano de Alagoas, referência estadual no atendimento ao AVC, onde recebeu tratamento especializado e passou por reabilitação, hoje já apresenta fala mais firme e sorriso recuperado.

Hoje Poliana está em acompanhamento no Ambulatório Pós-AVC e mostra gratidão, ela disse: “Eu sou grata a Deus e a cada um que me ajudou com carinho e amor. Tudo que eles pediram para eu fazer, eu fiz: alimentação, medicação, exames, exercícios. Eu não perdia um. Tenho muita força de vontade. Porque não é fácil você ser uma pessoa ativa e se ver paralisada. Mas eu tenho fé, e minha recuperação está sendo muito boa e rápida”, conforme informação divulgada pelo Governo de Alagoas.

O quadro clínico e a agilidade no atendimento

Poliana, que não tinha doenças pré-existentes e levava vida ativa, sentiu formigamento intenso e perda de força no lado esquerdo do corpo, sinais clássicos de um AVC. A rapidez no reconhecimento e no encaminhamento até o HMA foi fundamental para o desfecho positivo.

A médica generalista Sthepanny Neri, que acompanhou Poliana, ressaltou que, mesmo sem comorbidades, o problema pode ocorrer, ela afirmou, “Mesmo praticando exercícios e sem histórico de doenças pré-existentes, ela foi acometida. Isso demonstra a importância de conhecer os sinais e procurar a emergência o mais rápido possível”.

Causas possíveis e atenção para pessoas mais jovens

A neurologista Rebeca Teixeira explicou que o AVC em idade não tão avançada pode ter várias causas, incluindo lesão de artéria cerebral, distúrbios de coagulação, cardiopatias, doenças autoimunes, neoplasias, uso de drogas e hormônios, entre outros.

Ela também destacou sintomas que exigem busca imediata de socorro, “Mesmo pessoas saudáveis devem estar atentas às manifestações súbitas do corpo, como fraqueza ou dormência em um dos lados do corpo. O problema também causa dificuldade para falar ou compreender, perda de equilíbrio ou coordenação, alteração de visão, dificuldade de marcha, tonturas e dor de cabeça intensa e repentina”.

Estrutura do HMA e o Programa AVC Dá Sinais

O Hospital Metropolitano de Alagoas possui uma Unidade de AVC estruturada para atendimento 24h, com equipes especializadas e protocolos de alta eficácia. Após a fase aguda, os pacientes continuam o cuidado no Ambulatório Pós-AVC.

Segundo a fonte, “Essa linha de cuidado integra o Programa AVC Dá Sinais, que fortalece o diagnóstico rápido e amplia o acesso ao tratamento adequado em todo o Estado”, medida que busca reduzir mortalidade e sequela funcional.

Acompanhamento e perspectiva de recuperação

Poliana segue em acompanhamento para investigação das causas do AVC e participa de sessões de reabilitação, mostrando melhora consistente. Seu caso reforça que reconhecer os sinais e buscar atendimento imediato pode salvar vidas e diminuir sequelas.

O relato e as orientações médicos, registrados pelo Governo de Alagoas, servem como alerta, especialmente para quem acredita estar fora do risco, é essencial conhecer os sinais do AVC e procurar assistência sem demora.

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