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Na LAAD Security Milipol Brazil 2026, a empresa apresentou plataformas que combinam IA e biometria para ampliar a vigilância, a resposta a incidentes e a proteção de ativos urbanos
A Thales mostrou tecnologias capazes de monitorar ambientes em tempo real, com reconhecimento facial e sistemas automatizados que apoiam a tomada de decisão.
As soluções são pensadas para cidades inteligentes, com foco em antecipar ameaças e otimizar operações de segurança urbana, aumentando a eficiência das forças de segurança.
Um dos pontos centrais foi a integração do Cryptobox em dispositivos móveis por meio de parceria com a Samsung, garantindo comunicações com criptografia de nível militar.
conforme informação divulgada pela Thales na LAAD Security Milipol Brazil 2026.
IA e biometria no monitoramento urbano
As ferramentas apresentadas usam IA para analisar imagens e sinais em tempo real, liberando alertas e priorizando ocorrências para as equipes operacionais.
O reconhecimento facial e outros métodos biométricos de alta precisão permitem identificar indivíduos de interesse e reduzir o tempo de resposta em operações de segurança urbana.
Parceria Thales-Samsung e criptografia de nível militar
A colaboração incorpora o Cryptobox em dispositivos móveis, oferecendo comunicações seguras essenciais para operações policiais e missões sensíveis.
Essa camada de proteção amplia a segurança dos dados em campo e ajuda a preservar a integridade das ações de agentes públicos, sobretudo em situações de alto risco.
Portfólio integrado e proteção de infraestruturas críticas
Além de vigilância e biometria, a Thales expôs sensores, sistemas de vigilância e tecnologias antidrones para proteger fronteiras e ativos essenciais.
O portfólio integrado permite a gestão centralizada de dados em tempo real, conectando diferentes sistemas e ampliando a capacidade de resposta a ameaças complexas, contribuindo para a resiliência das cidades.
Impactos operacionais e desafios
Essas inovações podem transformar a rotina das forças de segurança, ao mesmo tempo em que exigem regras claras sobre privacidade e uso de dados.
Para que a tecnologia entregue ganhos reais em segurança urbana, é necessário diálogo entre empresas, governos e sociedade, com governança, testes e formação dos operadores.