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quarta-feira, junho 3, 2026

Exército avalia tecnologias não letais da Condor, com o drone Condor Drop e nacionalização da granada fumígena veicular de 76 mm para uso em GLO e SMEM

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Diretoria de Fabricação analisa integração de soluções nacionais, como drones de lançamento de granadas e munições produzidas no Brasil, reforçando autonomia e operação em áreas urbanas

O Exército Brasileiro intensifica a avaliação de tecnologias não letais desenvolvidas pela Condor Tecnologias Não Letais, com foco em aplicações operacionais em ambientes urbanos complexos.

A visita técnica da Diretoria de Fabricação, liderada pelo General de Divisão Tales Villela, apresentou equipamentos e processos que podem ser integrados aos Sistemas e Materiais de Emprego Militar, SMEM, ampliando alternativas táticas.

Entre os destaques, foram demonstrados sistemas de lançamento aéreo e a nacionalização de munições, pontos centrais para modernização e autonomia estratégica, conforme informação divulgada pela Diretoria de Fabricação do Exército e pela Condor Tecnologias Não Letais.

Avaliação técnica e o alcance do “drone Condor Drop”

Durante a visita, a comitiva avaliou o papel do “drone Condor Drop”, capaz de lançar diferentes tipos de granadas com precisão, o que amplia as possibilidades de emprego em operações urbanas onde a discrição e a proporcionalidade do uso da força são essenciais.

O exame técnico incluiu testes de emprego, compatibilidade com procedimentos operacionais e análise de riscos, buscando garantir que as tecnologias não letais atendam aos requisitos de segurança e eficácia exigidos pelo Exército.

Nacionalização da granada e redução de dependência externa

Outro avanço apresentado foi o processo de nacionalização da “granada fumígena veicular de 76 mm”, iniciativa que representa uma etapa importante para reduzir a dependência de fornecedores internacionais e fortalecer a indústria local.

A incorporação dessas munições produzidas no Brasil ao SMEM pode acelerar a logística e a manutenção, ao mesmo tempo em que contribui para a Base Industrial de Defesa, com impactos na soberania e na capacidade operacional.

Capacitação, emprego em GLO e segurança operacional

As tecnologias não letais exigem capacitação especializada, que garanta o emprego proporcional e seguro, especialmente em cenários de Garantia da Lei e da Ordem, GLO, onde o controle de danos e a redução de riscos colaterais são prioritários.

O Exército avalia não apenas o equipamento, mas também os procedimentos de treinamento, doutrina e compatibilidade com as regras de engajamento, para que a adoção das soluções seja eficaz e responsável.

Fortalecimento da Base Industrial de Defesa e próximos passos

A visita reafirma o compromisso da Diretoria de Fabricação com o fortalecimento da Base Industrial de Defesa, por meio de parcerias com empresas nacionais como a Condor Tecnologias Não Letais.

Os próximos passos incluem testes adicionais, análise de integração ao SMEM e desenvolvimento de cursos de capacitação, visando incorporar as tecnologias não letais de forma segura e eficiente nas operações do Exército.

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