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Operação do Batalhão de Polícia Ambiental localizou três espingardas, munições e seis aves em cativeiro no povoado Cabeça Dantas, em Belém, interior de Alagoas
Uma fiscalização do Batalhão de Polícia Ambiental percorria o povoado Cabeça Dantas, no município de Belém, quando policiais identificaram indícios de criação irregular de animais silvestres em uma residência.
Durante a abordagem, foram encontradas duas gaiolas expostas no alpendre, contendo um tico-tico e um sibite, e, ao aprofundar a vistoria, outras quatro aves de espécies diversas no interior da propriedade.
O morador admitiu não possuir licenças ambientais e, ao ser questionado, entregou voluntariamente três espingardas nos calibres 28, 40 e .22, além de um estojo com munições intactas e deflagradas, culminando na prisão do suspeito, conforme informação divulgada pela Imprensa – Governo de Alagoas.
Detalhes da apreensão
A ação do Batalhão de Polícia Ambiental (BPA) resultou na apreensão de um pequeno arsenal de caça, composto por três espingardas, nos calibres 28, 40 e .22, e por munições encontradas na residência. O proprietário colaborou com os policiais e entregou as armas de forma voluntária, segundo o relatório da operação.
Além das armas, os agentes registraram o flagrante de criação irregular de fauna, ao localizar seis aves mantidas em cativeiro, entre elas um tico-tico e um sibite, expostos em gaiolas no alpendre da casa.
Destino das aves e procedimentos
As aves apreendidas foram transportadas até Maceió e entregues ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas/Ibama), para receber cuidados veterinários antes da reintegração ao habitat natural.
O homem foi conduzido ao Centro Integrado de Segurança Pública (Cisp) de Palmeira dos Índios, onde foram realizados os procedimentos cabíveis pelos crimes de posse irregular de arma de fogo e crime ambiental.
Implicações legais e recomendações
A ação ressalta a atuação da Polícia Militar no combate à caça ilegal e à criação não autorizada de fauna silvestre, infrações que sujeitam os responsáveis a penalidades penais e administrativas, além de apreensão de materiais ilícitos.
Autoridades ambientais e policiais orientam que a população procure os órgãos competentes para regularizar a posse de animais, e que denúncias sobre crimes ambientais sejam encaminhadas às forças de segurança locais para fiscalização e proteção da fauna.