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quarta-feira, junho 3, 2026

Câncer de próstata, toque retal e PSA: mitos e verdades explicados pelo médico Pedro Andrade do Hospital Ib Gatto Falcão, quando procurar exame

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Saiba por que o toque retal e o exame de PSA são fundamentais no diagnóstico precoce do câncer de próstata, quem deve começar acompanhamento e como a informação combate o preconceito

O acesso à informação correta é uma das principais armas para prevenir e detectar o câncer de próstata cedo, e isso foi reforçado por especialistas do Hospital Ib Gatto Falcão, em Rio Largo.

Apesar de ser o tipo de tumor mais comum entre os homens brasileiros, excluindo os de pele não melanoma, muitas dúvidas e preconceitos atrasam a busca por diagnóstico e tratamento.

Nesta reportagem, explicamos mitos e verdades sobre sintomas, exames e fatores de risco, e mostramos quando procurar atendimento médico para aumentar as chances de cura.

conforme informação divulgada pela Imprensa do Governo de Alagoas

Por que toque retal e PSA são complementares

O exame de toque retal, aliado ao exame de PSA, é descrito como fundamental para a avaliação completa da próstata. Segundo o relatório da instituição, “O exame de toque retal é sempre necessário para a detecção precoce da doença, a qual, quando diagnosticada oportunamente, aumenta as chances do êxito do tratamento e, consequentemente, da cura”, pontua o médico Pedro Andrade.

A publicação destaca também que, apesar de resistência por parte de alguns homens, “ele é rápido, indolor e salva vidas”, em referência ao procedimento e à importância da combinação com o PSA para detectar alterações precoces.

Mitos comuns sobre sintomas e idade

Um equívoco frequente é pensar que ter sintomas urinários significa ter câncer de próstata. A matéria explica que dificuldade para urinar, jato fraco ou necessidade frequente de urinar podem indicar hiperplasia benigna da próstata ou infecções, e que o câncer pode não apresentar sinais no início.

Sobre a faixa etária, a circulação de informação errada faz muitos acreditarem que a doença atinge apenas idosos. O texto ressalta que, embora a incidência aumente após os 50 anos, homens a partir dos 45 anos, especialmente com histórico familiar, devem iniciar acompanhamento.

Histórico familiar e risco aumentado

O histórico familiar é um fator de risco importante. No material consultado consta que “homens com pai ou irmão diagnosticados com câncer de próstata, têm risco até duas vezes maior de desenvolver a doença.” Por isso, nos casos com parentes de primeiro grau afetados, a orientação é começar a vigilância mais cedo e de forma rigorosa.

Prevenção, alimentação e comportamento

Além dos exames, a alimentação e o estilo de vida influenciam o risco. A reportagem cita que dietas ricas em frutas, legumes e cereais integrais e pobres em gorduras saturadas, bem como atividade física regular e controle do peso, ajudam a reduzir riscos.

O médico entrevistado reforça que “o maior desafio ainda é o preconceito, que impede muitos homens de procurarem atendimento. Quando descoberto no início, o câncer de próstata tem altas chances de cura”, lembrando que a informação e o acesso aos exames são essenciais para diminuir a mortalidade.

Para homens a partir dos 45 anos, e para aqueles com histórico familiar, a recomendação é procurar assistência médica, avaliar a necessidade de exame de PSA e toque retal, e manter acompanhamento regular com profissionais de saúde.

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